O Google Penguin pune sites de SEO no Brasil?

Muitos de vocês sabem que nunca dei muito crédito aos updates do Google.

Parecia mais auto-promoção das qualidades supremas do algoritmo do que uma mudança realmente efetiva. Por anos, o Google conviveu com sites feitos unicamente para os mecanismos de busca, mas felizmente isso tem mudado. Ao meu ver, o Google Penguin está sendo mais importante que o Panda, seu update anterior.

Hoje, algo curioso aconteceu nas SERP de SEO: aparentemente o Google puniu um dos principais sites do Brasil da área e removeu um outro da primeira página que, por análises que fiz, conseguiam links de forma no mínimo suspeito. Havia até links de sites russos.

Vejam só a SERP hoje (10/06/2012).

Será algo temporário?

Google e o monopólio de sua privacidade

Primeiramente, no ano passado a Google deu indícios de que pararia de fornecer os dados de PageRank. Agora, parou de fornecer, seja no Google Analytics ou nos logs de servidor, grande parte das palavras-chave que trazem tráfego para websites. Deste modo, não é possível mais identificar os termos de pesquisa utilizados para chegar a uma página em cerca de 50% das visitas. Parece, à primeira vista, um mero desincentivo ao trabalho de SEO, mas vai além como pretendo demonstrar neste post.

Em vez da palavra-chave realmente buscada, está sendo exibido nos relatórios do Google Analytics o termo (not provided) para uma boa porção das pesquisas. Isso acontece porque o Google passou a encriptar os dados de usuários logados, em nome de uma pretensa proteção à política de privacidade dos usuários do Google. É preciso, entretanto, dizer que o Google não está fazendo isso em nome da sua privacidade.

Quer dizer, o interesse do Google é a privacidade de seus usuários, mas não do ponto de vista destes mas sim da própria Google, que segundo seus termos tem passe-livre para fazer com ela o que bem entender, inclusive vender publicidade que é o principal objetivo da companhia há alguns anos, que nas palavras de Eric Schmidt, ex-CEO da Google, é a maior empresa de publicidade do mundo.

A Google, em sua defesa, pode dizer que seus usuários aceitaram os termos ao clicar em “eu aceito”. Pode dizer, ainda, que está utilizando a sua privacidade para melhorar a sua experiência de uso da Internet, o que não é em si falso. Acredito eu, por outro lado, que a maneira como nossas informações privadas são utilizadas deveriam ser determinadas por nós e não pelas empresas cujas maneiras de usá-las encerram-se num nebuloso terreno. Não seria nada difícil um relatório aos seus usuário sobre todas as vezes, e de que maneira, foram utilizados os dados privados e privativos.

O valor de mercado de sua privacidade

Através do Google AdWords, seu programa de publicidade online, a Google “comercializa” as mesmas informações suas que ela argumenta proteger. Seus anúncios passaram a contar com fotos de usuários que curtiram um link através do Google+, assim como já ocorre há muito tempo com o Facebook. É possível fazer anúncios específicos para pessoas que já acessaram determinadas páginas, com o Remarketing. É possível fazer segmentações avançadíssimas para publicidade online. É possível, aliás, saber os termos buscados que geraram cliques e até mesmo vendas através dos links patrocinados, mas isto tudo está ao alcance desde que se pague pelo clique (PPC).

Com o Facebook, que já é a segunda maior plataforma de publicidade do mundo, perdendo apenas para a própria Google, a venda de publicidade segue a mesma lógica: vende-se publicidade de acordo com a sua privacidade. Dentro do Facebook Ads, é possível fazer publicidade com todas as segmentações de usuário que você imaginar: sexo, idade, localização, estado civil, cargo profissional e, o mais poderoso, interesses que podem ser páginas que a pessoa curtiu, empresas e dados do perfil.

Ambas as maiores empresas da Internet estão focadas na privacidade de seus usuários, mas não para proteger os seus próprios usuários mas tanto para vender publicidade quanto para protegê-la dos concorrentes. O interesse é muito grande porque a publicidade na Internet gera muito resultado porque ela é desenvolvida sobre a relevância do seu alcance. E essa relevância máxima somente pode ser obtida mediante o total das informações particulares do público-alvo.

O monopólio da privacidade

Como eu disse, a publicidade na Internet avança à medida que as empresas têm mais informações sobre seus usuários e permitem o máximo de segmentação. Através do Facebook Ads, é possível fazer um anúncio específico para pessoas de determinada região geográfica, com certa idade, que está noiva de outra pessoa e que curtiu uma fanpage ou tem interesse em determinado assunto. O nome desses usuários alcançados, obviamente, não são revelados tanto por questão de privacidade quanto por interesse comercial: se as informações fossem repassadas é possível que o anunciante deixasse de comprar o clique daquele usuário.

O Google ainda não consegue oferecer publicidade nesse nível de interesse e segmentação. Por outro lado, é capaz de vender tráfego para palavras-chave que são tão ou mais interessantes que os anúncios de Facebook, porque seus links patrocinados chegam a consumidores com intenção de adquirir ou conhecer determinado produto ou serviço.

Com todas essas mudanças na maneira que fornece dados de pesquisa orgânica aos webmasters, as modificações que vem implementando com seus updates do algoritmo orgânico (como o Venice, que traz resultados geolocalizados), a mudança da política de privacidade e a ultra-especificação e possibilidades da publicidade contextual, estamos presenciando uma guerra diferente de todas as outras: já não são guerras armadas, já não são guerras frias de luta política. As empresas estão tornando-se superpotências e a guerra é por nossa privacidade.

Google Panda trouxe melhorias, mas link bombing continua funcionando

Eu andava muito animado com as recentes mudanças no algoritmo do Google, o Panda. Principalmente porque percebi que sites que usavam domínio com keyword tiveram uma queda significativa nas posições.

Para quem acha que ainda é pouco, deve ter em mente que nenhuma alteração no Google será drástica, pois o buscador lida com bilhões de consultas diárias e não pode causar surpresas desagradáveis aos seus usuários.

Tenha certeza que há pessoas que acham os sites SPAM bons o suficiente. E que estão acostumadas a encontrá-los. Então o Google deve pouco a pouco descer suas posições, até que a pessoa se convença a substituí-lo por outro. É, o trabalho em Mountain View não é nada fácil.

Para se ter idéia da complexidade do algoritmo do Googe, ele precisa levar em conta até mesmo a falta de critério dos seus usuários. As alterações que o Google faz em seu algoritmo podem levar meses, para não dizer ano, até que estejam completamente implementadas.

A boa notícia é que, doravante, será muito mais difícil para NOVOS SITES posicionarem-se só com keyword no domínio. Mas façamos uma análise do que isso significa até agora.

Eliminando o link bombing

Acontecia muito de pessoas comprarem domínios só porque tinham keyword. Daí fazia link bombing (links com a mesma keyword na âncora, geralmente para a mesma página, que costumava ser a home do site pois tem mais autoridade) e, puft, aparecia na primeira página.

O Google, entretanto, mudou a maneira de entender o peso da keyword na âncora e qual a página mais relevante do site para uma busca. Antigamente a página mais relevante era a que recebia maior quantidade de links. Agora, parece que o Google está considerando o site como um todo quando entende que o site aborda um único nicho ou tem poucas páginas indexadas (menos de 200). Essa sacada foi muito boa.

(Mas para sites grandes continua valendo a regra das páginas mais e melhor linkadas. Mas isso está mudando um pouco, vale dizer.)

Houve uma implementação no algoritmo que passou a tratar suspeitos sites que recebem muitos links com a mesma keyword na âncora. Como é muito mais natural receber um link com palavra-chave ancorada para as páginas internas, o Google também passou a considerar um link válido para o domínio todo (pequenos sites) e tenta advinhar qual a página mais relevante.

Interessantíssimo. Minha curiosidade é saber quanto de dados do Google Analytics está sendo usado para determinar essa landing page…

Ainda há muito SPAM para eliminar

Nem tudo são flores, todavia.

Em determinada pesquisa, há um site que está muito bem posicionado. Terceira posição. Mas é o típico site com keyword no domínio, focado em uma única palavra-chave, sendo que praticamente não trabalha com keyword de long tail (sim, otimizar long tail é critério para head tail). Fazendo uma busca pelos seus links, verifiquei que 100% dos links eram SPAM. Nenhum mísero link era natural!

Esses links vinham de domínios com boa autoridade (grandes marcas, Governo, PageRank médio e alto…) e a maior parte deles sem nofollow. Detalhe é que todos os links vinham de sites onde qualquer pessoa pode postar seu link – fóruns geralmente. Quase todas as páginas eram em inglês.

Ao meu ver, o Google já era capaz de identificar que isso era furada ou deveria ter pelo menos dado uma posição um pouco mais baixa, pois o site em questão é muito suspeito. Para piorar se trata de um site relativamente novo, o que vai contra tudo o que eu vi das implementações do Panda.

E há outros milhões desses por aí.

PS: O site já havia sido denunciado como SPAM e até agora nada.

PS2: O proprietário do site em questão é bem esperto. Podia usar seus conhecimentos black hat para fazer SEO white hat.

Usando Wufoo para gerenciar formulários de um site

Uma vez que provedores de hospedagem no Brasil absolutamente não são confiáveis, já se tornou obrigatório por exemplo migrar os serviços de e-mail para o Google Apps; depois disso, chegou a vez de terceirizar também o disparo e gerenciamento de formulários. As empresas de hospedagem nacionais acabarão sendo responsáveis apenas por serviços básicos como Apache, PHP, MySQL e DNS, ou fecharão as portas dando lugar a empresas sérias como Amazon WS, Rackspace ou Media Temple.

À primeira vista, achei muito curioso que se propagassem empresas que prometem cuidar de um aspecto aparentemente ínfimo do website: os formulários de contato. Isso já faz alguns anos. Oras, bastava qualquer plugin do WordPress ou algo simples em PHP para tê-los funcionando, e bem mais rapidamente. Entretanto, com as diversas panes da Locaweb, que apesar dos pesares continua sendo o menos pior dos provedores brasileiros, e agora inclusive o sendmail() deles tem sofrido abalos, tornou-se indispensável contar com um parceiro seguro para gerenciar os forms.

Formulários de contato, em sites institucionais, são um aspecto muito relevante do site porque é através dele que se irá obter uma parte dos resultados, seja de SEO ou qualquer outra publicidade online. A outra vem das ligações telefônicas. Além disso, serviços como Formstack (antigo Formspring.com) e Wufoo, o qual foi a minha escolha, contam com gerenciamento das entradas no formulários e estatísticas de conversão do formulário. O registro das entradas, é bem verdade, o cForms II do WordPress já fazia e razoavelmente bem. Quanto às estatísticas de uso do formulário, elas realmente são muito boas.

O único problema do Wufoo, entretanto, é que ele ainda não é ideal para uma agência web. Como no seu painel de controle os formulários são gerenciáveis de acordo com o seu nome e nada mais, pode acabar sendo um pouco tortuoso gerenciar dezenas ou centenas deles. Parece, todavia, que uma solução vem em breve – solução esta que, diga-se, já existe no Formstack. Ao menos é o que me afirmaram via e-mail:

Hey Diego,

The Form Manager is in the very, very early planning stages of a major overhaul which would likely bring about such features as tagging, folders, and just all around better management capabilities for a large quantity of forms. Unfortunately there’s no definitive timeline for when such features would be rolled out at this time.

Muito embora à primeira vista não soe justa a terceirização deste serviço, tem me parecido cada vez mais interessante e viável encontrar parceiros para pontos fulcrais do website. Uma empresa dedicada a uma única coisa, espera-se, será muito melhor naquilo. Quantas vezes não perdemos horas por conta de falhas dos provedores de hosting? Basta verificar que caso uma empresa dessa falhe, seus clientes debandarão em massa; além do mais, infelizmente as coisas no Brasil são menos sérias.

Do ponto de vista prestação do serviço, uma agência deve fornecer aos seus clientes o que há de melhor em tecnologia para controle de resultados. E, vejam só, os clientes da empresa adoraram a simplicidade com que recebem as submissões desses novos formulários. Em breve iremos trabalhar melhor com o Analytics do Wufoo, e aí sim o investimento terá mais do que valido a pena.

Local Search: do básico ao avançado

De uns tempos para cá, tem se falado muito sobre Local Search Optimization, que é nada mais do que otimizar um site ou página para buscas locais, ou seja, próximas a determinada localização. Pegando carona na onda, quero compartilhar com vocês uma técnica que já utilizo há alguns anos e sempre deu muito certo.

Que pareça prolixo de minha parte, mas gosto sempre em meus artigos insistir em algum conceito de SEO – para que o leitor mantenha em mente o norte do que estou falando. SEO é destacar em texto qualidades e atributos de uma empresa, de modo que possam ser localizadas pelos mecanismos de busca, ou seja, em keywords. Com Local Search não é diferente. Vamos lá.

Google Maps: o básico

É mais do que simples fazer uma empresa se tornar localizável no Google Maps, nem requer muito esforço. Portanto, qualquer um pode fazê-lo simplesmente cadastrando seu estabelecimento através do Google Places.

Após confirmar o cadastro (pode ser necessário receber uma ligação ou mesmo uma carta com um código PIN que assegure a veracidade da informação), sua empresa deverá aparecer em buscas relacionadas ao endereço.

Como sugiro no título, isso é bastante simples e fácil. Então, do mesmo modo qualquer concorrente seu poderá aparecer nesse resultados. Para conseguir melhores resultados, é preciso portanto ir um pouco além e fortalecer a sua relevância com determinada localização. Além de conseguir com que seus clientes se tornem fãs de sua empresa no Google HotPot, destaque a localização no site do estabelecimento como explico abaixo.

Conteúdo local (SEO on page): o intermediário

No site de uma empresa, o mais básico quando se fala em Local Search é haver keywords que revelem a cidade ou até mesmo o bairro de determinada empresa. Como a maioria das empresas tem um negócio local, é muito importante que ela apareça nas buscas por “categoria + bairro” ou “categoria + cidade”. Neste caso, resolvemos o problema adicionando o endereço da empresa em todas as páginas (geralmente no rodapé, mas nada impede que seja no cabeçalho) e, dependendo da concorrência e do tipo de negócio, acrescentando essas keywords no título da página inicial.

Desta forma, será muito provável que apareça ao menos na primeira página para as pesquisas locais relacionadas ao seu negócio em que se busca por rua, bairro ou cidade do estabelecimento. Mas será que essa empresa atende somente a este bairro, rua ou cidade?

Local Search avançada

É possível ir muito além. Considerando uma empresa cujo público-alvo está dentro de um raio de cerca de 5km, seria muito interessante que ela aparecesse nas buscas quando se pesquisasse por “categoria + outro bairro” ou “categoria +rua próxima”. A solução, como já apontei ao conceituar SEO, consiste em simplesmente o site conter essas ruas e bairros na forma de keywords.

Aí vem a inteligência do Consultor de SEO em conseguir montar uma página que contenha todas essas keywords de uma maneira que, digamos assim, fique natural e relevante. Alguns exemplos: faça uma lista dos principais bairros de seus clientes e/ou explique que a empresa se encontra em tal rua, que fica próxima a esta avenida e aquela praça, etc. Simples assim. E o mais divertido é que você pode começar a competir nas buscas com empresas que, a priori, estariam em primeiro para aquelas buscas por locais específicos.

Obviamente, você deve recorrer ao link building local para fortalecer a sua relevância para a sua região no Google e assim estar à frente dos competidores. Imagine que relevante um link com a âncora certa de um blog sobre a cidade, o jornal local ou um diretório. Também ajudam, apesar de tudo, os sites de classificados gratuitos porque eles dão um fortalecimento na relação com os locais em páginas externas (apesar do comum nofollow.)

Black hat?

Poderão contra-argumentar que se trata de uma técnica black hat, porque consiste em “enganar” o robô do Google e ninguém colocaria espontaneamente os bairros e ruas próximos ao seu estabelecimento. Bullshit! Utilizando esta técnica avançadíssima, você ajuda o Google a melhorar (muito) o seu índice e além do mais ninguém é ou deveria ser tolo a ponto de inserir na página de uma empresa séria algo que não tenha muito a ver, ou que polua.  Ou não: “o vulgo não tem critério”, já dizia Maquiavel. Mas isso já é outra história, não condenemos essa técnica por conta dos incompetentes, pois eles errariam desta ou de outra maneira.

Conclusão

A local search é e sempre foi, para a maior parte das empresas, o ponto mais interessante da cauda longa; afinal, a pessoa que pesquisa e encontra no Google uma empresa próxima a si tende não só a fechar mas a tornar-se um cliente recorrente. Falando em negócios, qualquer um sabe que é muito mais importante fidelizar um cliente e aumentar a receita proveniente dele do que sair à procura de novos clientes – deste modo, um único clique para uma local search pode significar milhares de reais no faturamento de uma empresa.

Por conta do parco desenvolvimento da Internet no Brasil, muitas vezes não há nenhum concorrente qualificado a não ser os apontadores de endereço e/ou sites de classificados – resultados estes que em minha humilde opinião o Google exibe por falta de opção. Conclusão última? As SERP estão cheias de oportunidade, e nenhuma oportunidade pode ser perdida.

Como conseguir seguidores para o Twitter?

Existem mil maneiras de conseguir seus primeiros mil seguidores no Twitter. Há quem compre followers, há quem siga meio mundo e há também quem não faça nada (a não ser o fato de ser famoso!). Pois bem, hoje quero compartilhar com vocês uma dessas mil maneiras de conseguir seguidores para o seu Twitter. E o mais importante, seguidores relevantes.

Se estamos falando de seguidores relevantes, através do próprio Twitter nós precisamos encontrar os tuiteiros que nos sejam relevantes. Certo? Então, meu caro rapaz, vamos encontrá-los. O que, você verá, é algo muito simples, pois o Twitter é uma ferramenta de busca incrível, não raro melhor que o Google. Pesquise no Twitter palavras-chave relacionadas ao seu negócio (no caso de uma empresa) ou relacionadas aassuntos que você fala, que você gosta: pode ser a banda, aquela série, futebol, notícias, enfim. Você achará essas pessoas que falam sobre os temas que lhe interessam, por mais específicos que sejam.

Followers, uma questão de relevância

Aí entra o ponto: não basta seguir meio mundo, pois mais vale você seguir um milésimo do mundo e de forma relevante; afinal, só assim criará sinergia entre quem você segue e por quem você é seguido. Também, do que adianta ser seguido por milhares de pessoas se seu Twitter não gera interação?

Pense que, ao emitir uma opinião pelo Twitter, de nada vale jogar pérola aos porcos. O Twitter, ora bolas, é para você conversar, discutir, descobrir sites novos, é uma rede social (sim, é óbvio, mas o óbvio ululante muitas vezes precisa ser repetido). Portanto, mantenha perto de você as pessoas que você considera inteligentes e que têm o que dizer. É como no mundo real.

Atice a curiosidade, ganhe followers

Agora você já sabe encontrar potenciais followers no Twitter, potenciais followers que vale a pena você segui-los . Só, agora, a explicação digamos assim psicologicamente óbvia do uso dessa técnica.

Quando uma pessoa começa a seguir outra no Twitter, esta recebe um e-mail lhe avisando sobre o novo seguidor, o que lhe atiça a curiosidade. Entrando em seu perfil, caso você tenha um Twitter que seja relevante ao dela, ou seja, com tweets que ela ache interessantes, bons links, não floode, etc. é muito provável que você ganhe mais um seguidor para o seu Twitter. As pessoas querem seguir um Twitter interessante, portanto seja interessante! As pessoas não cansam de seguir as outras! E lembre-se que mais vale agregar em qualidade do que em número.

A propósito, me siga no Twitter!

PS: Uma dica de última hora, só para ficar registrado. Ao investir em followers relevantes, é muito provável que esses followers tragam outros followers relevantes. Quando seu seguidor relevante te retuitar, os seguidores relevantes deste seguidor também podem se interessar e passar a segui-lo!

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